FAQs (Frequently Asked Questions) - Questões Frequentes

O que é um consórcio?

Um consórcio é uma parceria de instituições do ensino superior que pretendem implementar um projecto conjunto (neste caso, um esquema de mobilidade entre a Europa, o Brasil, o Paraguai e o Uruguai).

Existe uma idade mínima ou máxima para poder candidatar-se ao MUNDUS 17?

As linhas orientadoras definidas pelo Programa não estabelecem qualquer idade mínima ou máxima como critério de elegibilidade de candidatura. Qualquer pessoa independentemente da sua idade pode apresentar uma candidatura.
Contudo, os estudantes de graduação/1º ciclo devem ter concluído com êxito pelo menos um ano de estudos a nível do ensino superior. É, igualmente, importante realçar o facto de todos os critérios de elegibilidade serem mínimos estabelecidos pela coordenação do projecto, o que não significa que cada instituição de origem não possa definir critérios mais restritivos. Portanto, é crucial um contacto directo com as pessoas responsáveis pela gestão do projecto MUNDUS 17 nas instituições de origem.

Que cursos posso frequentar nas Instituições de Ensino Superior (IES) de acolhimento?

As áreas de estudo prioritárias definidas pela Comissão Europeia para este programa são as seguintes:
01. Ciências Agrárias; 05. Educação, Formação de Professores; 06. Engenharia, Tecnologia; 12. Ciências Médicas; 13. Ciências Naturais; e 14. Ciências Sociais.

Em alguns casos pode acontecer que, na instituição de acolhimento, não assista a aulas, mas faça um estágio individual, desenvolva pesquisa ou um projecto. Assim, aconselhamos vivamente que consulte a informação acerca dos cursos ou actividades que considere de interesse, habitualmente disponível no website de cada instituição parceira. A escolha do curso a frequentar nas IES de acolhimento deverá ter em consideração a língua de ensino utilizada.

Tenho de pagar taxas de matrícula?

De acordo com as regras do Programa, a mobilidade com duração inferior a 10 meses beneficia de uma política de isenção de taxas de matrícula. Isto significa que os bolseiros apenas pagarão as taxas de matrícula na sua instituição de origem, e não na instituição de acolhimento.
As mobilidades com duração igual ou superior a 10 meses, poderão estar sujeitas ao pagamento de taxas de matrícula. Nestes casos, o Programa prevê valores máximos a serem cobrados:
- 3.000 EUR por ano académico e estudante;
- 5.000 EUR para estudos de pós-doutorado especializados.
Não podem ser cobradas propinas a investigadores de pós-doutorado para fins de investigação. Eventualmente, poderá ser cobrada aos estudantes estrangeiros uma pequena taxa adicional para custos associados à utilização da biblioteca, representação de estudantes, custos de consumíveis de laboratório, etc., de igual forma que a estudantes locais. Em circunstância alguma podem as instituições parceiras cobrar taxas de matrícula superiores aos valores indicados acima, ou utilizar o valor destinado ao subsídio de subsistência do bolseiro para pagar tais propinas.

O projecto MUNDUS 17 previu no seu orçamento verba suficiente para suportar esta despesa, pelo que nenhum bolseiro, independentemente do tipo ou da duração da sua mobilidade, terá que pagar qualquer taxa de matrícula.


No final do período de mobilidade é atribuído algum grau?

No caso das mobilidades com duração até 10 meses, não haverá lugar a atribuição de qualquer grau pela instituição de acolhimento, na medida em que estas mobilidades são parte do percurso académico do bolseiro na sua instituição de origem, onde uma vez terminado o curso obterão o grau.
Assim, nestes casos de forma a concretizar a sua mobilidade, os bolseiros deverão preencher e assinar um “contrato de estudos”, que será acordado e assinado pela instituição de origem e de acolhimento. Este documento (compromisso de reconhecimento académico/academic recognition agreement) será crucial para assegurar o reconhecimento académico dos estudos ou pesquisa efectuados na instituição de acolhimento.
No caso de mobilidade de graduação/1º ciclo (6 meses), não é atribuído qualquer grau pela instituição de acolhimento.
No caso de mobilidade de mestrado (10 meses), não é atribuído qualquer grau pela instituição de acolhimento.
No caso de mobilidade de docentes (1 mês) e de pós-doutorados (10 meses), não é atribuído qualquer grau.
No caso de mobilidade de doutorado sanduíche (6 ou 10 meses), não é atribuído qualquer grau pela instituição de acolhimento, sendo que o grau, e respectivos diplomas, serão atribuídos unicamente pela instituição de origem.
No caso de mobilidade de estudantes de mestrado completo (20 meses) e doutorado integral (34 meses), os bolseiros completarão todo o curriculum e obterão o grau unicamente pela instituição de acolhimento.

Os candidatos podem receber bolsas de outros programas da Comunidade Europeia?

Os candidatos MUNDUS 17 podem receber bolsas de outros programas da Comunidade Europeia, mas não simultaneamente. Assim, se um estudante estiver, no momento, a beneficiar de uma bolsa com o mesmo propósito, não pode candidatar-se a outra bolsa de um programa diferente. Contudo, se, no passado, tiver beneficiado de outra bolsa, e no momento actual já não beneficiar, o candidato é elegível para candidatura.

Como vou receber a minha bolsa?

Todos os estudantes, investigadores e docentes começarão a receber o pagamento das suas bolsas, cujo valor já está predefinido de acordo com o tipo de mobilidade, após chegada à instituição de acolhimento. O primeiro pagamento incluirá o valor correspondente a dois meses (1º e último de mobilidade) e os seguintes pagamentos serão feitos mensalmente.

Como posso obter o visto?

Deve solicitar o visto, correspondente ao seu tipo de mobilidade, no seu próprio país, através da embaixada do país da instituição de acolhimento onde irá fazer mobilidade. Deve ter atenção ao facto de que poderá demorar mais do que dois meses a obter o visto; portanto, deve contactar a embaixada imediatamente após receber a confirmação da parte da coordenação do projecto de que foi aceite pela instituição de acolhimento.

Podem candidatar-se a uma bolsa pessoas de nacionalidade brasileira, paraguaia ou uruguaia a viver na Europa?

Não, não podem, porque, para o fazer, têm que estar inscritos ou vinculados a uma das instituições brasileiras, paraguais ou uruguaias parceiras no consórcio MUNDUS 17.

O programa prevê a contratação de um seguro de saúde?

A coordenação do programa subscreveu junto de uma seguradora internacional, um seguro de saúde, de acidentes e de viagem destinado a todos os bolseiros, em respeito pelas exigências específicas estabelecidas nas orientações para candidatos. Antes do início da mobilidade, os bolseiros receberão da coordenação os detalhes das várias coberturas do seguro, bem como o número de apólice e os contactos da seguradora no país da instituição de acolhimento.

Posso beneficiar de mais de um tipo de mobilidade?

Não, os candidatos apenas poderão beneficiar de um tipo de mobilidade no projecto MUNDUS 17.

No país de acolhimento, a que serviços vou ter acesso?

A equipa responsável pela gestão do projecto MUNDUS 17 na sua instituição de acolhimento está preparada para fornecer todas as informações necessárias para a execução das mobilidades, nomeadamente no que diz respeito a alojamento, apoio linguístico, vida social, custo de vida e procedimentos administrativos internos à instituição. Recomendamos vivamente um contacto directo com a pessoa de contacto na sua instituição de acolhimento no sentido de receber informações úteis sobre os serviços disponíveis para estudantes internacionais.

Quando tenho que fazer o meu período de mobilidade?

De acordo com as regras do Programa, todos os fluxos de mobilidade têm de iniciar antes do dia 1 de Setembro de 2010.
As mobilidades de estudantes com duração até 10 meses deverão ter início no segundo semestre europeu que corresponde ao primeiro semestre na América Latina (Fevereiro 2010).
As mobilidades de estudantes de doutorado completo (34 meses) deverão iniciar-se o quanto antes, preferencialmente durante o ano de 2009.
As mobilidades de pessoal docente (1 mês) e investigadores (10 meses) poderão iniciar-se em qualquer altura, desde que respeitada a data de 1 de Setembro de 2010.
O início de todas as mobilidades MUNDUS 17 deverá ser acordado entre o candidato e as instituições de origem e de acolhimento.

É permitida a mobilidade inter-europeia ou inter-brasileira/paraguaia/uruguaia?

Não, não é permitida a mobilidade de estudantes europeus para a Europa e de estudantes brasileiros para o Brasil, paraguaios para o Paraguai e uruguaios para o Uruguai. Os fluxos de mobilidade no âmbito do projecto MUNDUS 17 compreendem 2 direcções: do Brasil, Paraguai e Uruguai para a Europa e da Europa para o Brasil, o Paraguai e o Uruguai.

Como será efectuada a selecção dos candidatos?

O processo de selecção das candidaturas compreende os seguintes passos:
-Validação da candidatura pela instituição de origem
-Análise e aceitação da candidatura pelas instituições de acolhimento indicadas pelos candidatos no formulário de candidatura
-Ranking das candidaturas aceites, efectuado pelas instituições de acolhimento, com base nos critérios definidos pelo consórcio.
-Análise do Comité Científico nomeado pelo consórcio que tomará a decisão final em respeito pelo ranking atribuído pelas instituições de acolhimento e pelos princípios fundamentais de igualdade de género e de equilíbrio geográfico e entre parceiros.

Para aumentar as probabilidades de sucesso na candidatura, recomenda-se que os candidatos indiquem 3 possibilidades de mobilidade.


Sou um estudante de intercâmbio MUNDUS 17. Tem de existir um acordo bilateral entre a minha instituição de origem e a de acolhimento?

Não é necessário existir um acordo de cooperação bilateral prévio, uma vez que as instituições de origem e de acolhimento receberam aprovação pela Comissão Europeia, da proposta de mobilidade do MUNDUS 17.

Tenho de falar a língua oficial das Instituições de Ensino Superior a que me candidato, ou apenas inglês?

As orientações do programa determinam que os candidatos devem ter conhecimentos suficientes da língua de ensino das instituições seleccionadas. Portanto, isso significa que se a língua de ensino for inglês, isso será suficiente. No entanto, caso os cursos ou actividades oferecidos pelas instituições de acolhimento exijam conhecimentos de outra língua, o candidato terá de cumprir esse requisito, e incluir na candidatura (upload do documento) uma prova de conhecimentos linguísticos, sob pena de não ser considerado elegível para mobilidade.
É importantíssima a confirmação da exigência ou não de conhecimentos linguísticos pela instituição de acolhimento. Poderá obter esta informação contactando directamente a pessoa de contacto na instituição ou através da consulta da oferta formativa disponível no website do consórcio.

Como posso ter a certeza de que a minha instituição de origem irá reconhecer os estudos desenvolvidos na instituição de acolhimento?

Antes do início das mobilidades de graduação, mestrado e doutorado (com duração até 10 meses), todas as instituições parceiras irão assinar um contrato de estudos (compromisso de reconhecimento académico), no qual estão identificadas as disciplinas ou actividades a realizar na instituição de acolhimento e as disciplinas e actividades às quais terá reconhecimento académico na instituição de origem. Este documento, como o próprio nome indica, compromete as instituições ao processo de reconhecimento académico.

No que diz respeito a alojamento, tenho de ser eu a encontrar um sítio para ficar, ou é da responsabilidade da instituição de acolhimento fornecer alojamento aos bolseiros?

As instituições de acolhimento enviarão aos candidatos toda a informação acerca do alojamento, seja alojamento universitário ou privado. Este é, contudo um assunto a ser abordado pelo candidato com a sua instituição de acolhimento, após notificação de aceitação no âmbito do projecto MUNDUS 17.

E se os custos da viagem excederem o valor pago pela bolsa?

O valor fornecido pela bolsa para fazer face às despesas de viagem está directamente relacionado com a distância linear entre as instituições de origem e de acolhimento do candidato, e engloba viagem de ida e volta. Pela nossa experiência, este valor é suficiente para cobrir todas as despesas de viagem. No entanto, na eventualidade dos custos excederem o valor fixado pela Comissão Europeia, a diferença terá de ser paga pelo bolseiro, podendo fazer uso da bolsa mensal que irá receber para custear esta diferença.

É possível terminar o período de mobilidade antes da data prevista? Que consequências podem advir?

Não está prevista a possibilidade de regresso antecipado dos bolseiros. No entanto, poderão surgir situações de força maior que justifiquem a antecipação da viagem de regresso. Estas situações carecem de comunicação formal à coordenação com conhecimento as instituições de origem e de acolhimento dos bolseiros para análise, caso a caso, e determinação sobre se é aplicável o princípio de força maior. Independentemente deste aspecto, o regresso antecipado implica a suspensão imediata do pagamento da bolsa.
Nos casos em que a coordenação não reconhece tratar-se de força maior, o candidato terá que cumprir o estipulado no contrato de bolsa assinado aquando do início da mobilidade, devendo suportar os custos inerentes à viagem de regresso.
Em qualquer dos casos, pode também acontecer que, dependendo da sua instituição de origem e do tempo que passou na instituição de acolhimento, esta instituição não aceite o reconhecimento de estudos.

Apenas me quero candidatar à Universidade do Porto. Posso preencher o formulário e anexar os documentos em Português?

Ainda que apenas pretenda candidatar-se a uma bolsa para realizar um período de mobilidade na Universidade do Porto, deve, obrigatoriamente, preencher o formulário e anexar os documentos exigidos em língua inglesa, de forma a que o painel de avaliadores pertencentes ao Comité Científico do MUNDUS 17 possa analisar a sua candidatura.

Apenas me quero candidatar à Universidad de Valladolid e à Universidad Politécnica de Valencia. Posso preencher o formulário e anexar os documentos em Espanhol?

Ainda que apenas pretenda candidatar-se a uma bolsa para realizar um período de mobilidade numa universidade espanhola, deve, obrigatoriamente, preencher o formulário e anexar os documentos exigidos em língua inglesa, de forma a que o painel de avaliadores pertencentes ao Comité Científico do MUNDUS 17 possa analisar a sua candidatura.

A minha instituição de origem não emite os documentos em Inglês. Posso anexá-los em Português/Espanhol?

Todos os documentos que são exigidos para que possa submeter com sucesso a sua candidatura devem ser em língua inglesa, para que todas as instituições parceiras compreendam a informação neles contida. Caso a sua instituição de origem não tenha prevista a emissão dos documentos necessários em Língua Inglesa, deverá solicitar indicação junto da pessoa de contacto na sua instituição de origem sobre como proceder para obter a tradução certificada dos mesmos.
Eventualmente poderá ser o próprio candidato a elaborar a tradução, no entanto, esta terá sempre que ser certificada pela sua instituição, que garantirá que a tradução feita está conforme o original. É da responsabilidade da instituição de origem certificar-se que todos os documentos apresentados são verdadeiros, pelo que aconselhamos os candidatos a informarem-se junto da pessoa de contacto da sua instituição sobre qual o melhor procedimento a tomar em relação a esta questão. A identificação das pessoas de contacto em cada instituição membro do consórcio está disponível na secção “Contactos” deste website.

Ao preencher o formulário de candidatura devo definir as disciplinas/cursos que irei frequentar/programa de trabalho ou investigação que irei desenvolver, ou isso será feito posteriormente?

Quando selecciona as suas opções de mobilidade, no formulário de candidatura, escolhe apenas os cursos/áreas de investigação ou trabalho nos quais gostaria de realizar o seu período de mobilidade. Caso seja um estudante de graduação/1º ciclo, de mestrado ou de doutorado, e seja seleccionado por uma das instituições a que se candidata, será elaborado posteriormente um contrato de estudos (compromisso de reconhecimento académico/academic recognition agreement) entre a sua instituição de origem e a de acolhimento, onde estarão identificadas as disciplinas que irá frequentar na instituição de acolhimento e as disciplinas às quais terá equivalência na instituição de origem. O preenchimento deste documento deverá ser feito em articulação directa com as pessoas de contacto nas instituições de origem e de acolhimento que orientarão os candidatos na escolha das disciplinas de interesse disponíveis na instituição de acolhimento. Eventualmente poderá escolher disciplinas disponíveis nas instituições de acolhimento correspondentes a diferentes anos, mas sempre do curso e do semestre em questão.
No caso de ser um candidato a pós-doutorado ou um docente, a proposta de trabalho deverá igualmente ser definida em articulação directa com as pessoas de contacto nas instituições de origem e de acolhimento que orientarão os candidatos na escolha das disciplinas de interesse disponíveis na instituição de acolhimento, após a sua aceitação formal pelo consórcio.

Que informação deve constar na carta de apoio da minha instituição, e quem a deve elaborar?

A carta de apoio, em língua inglesa, poderá ser emitida pelo departamento no qual o candidato está inserido, pela faculdade do candidato, pelo professor responsável pelo curso que o candidato segue na sua instituição de origem (director de curso) ou pela própria instituição a nível central. No entanto, cada instituição de origem determina a pessoa ou a entidade com competências para emissão desta carta. Neste sentido, é imprescindível um contacto directo dos candidatos com a pessoa de contacto na instituição de origem para esclarecimento desta questão. Os candidatos deverão solicitar indicação à pessoa de contacto da sua instituição sobre qual o melhor procedimento a seguir em relação a esta questão e a quem deverão solicitar a elaboração da carta de apoio.
A carta de apoio é fundamental para a candidatura. Através deste documento, a pessoa responsável pela formação do candidato confirma que este reúne as condições de elegibilidade para formalizar uma candidatura a bolsa de mobilidade.

Terminei o doutoramento há mais de dois anos e gostaria de me candidatar a uma bolsa de pós-doutoramento para a América Latina. Sou elegível para candidatura a uma bolsa no âmbito do programa MUNDUS17?

Um dos requisitos para a elegibilidade de investigadores pós-doutoramento Europeus é ter obtido o doutoramento nos últimos dois anos. No caso de ter terminado o doutoramento há mais de dois anos, não é elegível para candidatura a uma bolsa no âmbito do programa MUNDUS17.

Só irei terminar o meu mestrado após o prazo de submissão de candidaturas. Posso candidatar-me a uma bolsa de doutoramento?

Todos os candidatos a bolsas de mobilidade deverão ter terminado o grau para serem elegíveis para candidatura a uma bolsa de grau superior. Por exemplo, um aluno de mestrado só poderá candidatar-se a uma bolsa de doutoramento se já tiver concluído o curso de mestrado antes do prazo de submissão de candidaturas.

Esqueci a minha senha de acesso. Como faço para a recuperar?

Caso já tenha indicado o seu e-mail no formulário de candidatura, poderá carregar no link "Esqueceu-se da senha", indique o seu nome de utilizador e a senha será enviada para o e-mail indicado. Caso ainda não tenha preenchido esse campo, não é possível recuperar a senha, pelo que terá que criar um novo registo.

 

Projecto financiado com o apoio da Comissão Europeia.
A informação contida nesta comunicação vincula exclusivamente o autor, não sendo a Comissão responsável pela utilização que dela possa ser feita.